É maravilhoso conversar com pessoas ou ouvir quem sabe usar as palavras de maneira sábia, e que consegue transmitir de maneira que todos possam compreender. Existe magnetismo nas palavras!
O famoso dom da palavra
Mas não confunda pessoas que falam bem; com sabedoria. Muitos são "pseudo sábios", falam bonito; no entanto a mensagem transmitida não é elevada moralmente, nem digna.
Nas casas espirituais diversas como a Umbanda por exemplo muitos Espíritos Elevados com a "roupagem" de uma preto velho (a) transmite aos consulente através dos médiuns uma mensagem de cunho elevadíssimo, de uma moral elevada.
E não é raro esses Espíritos nessas roupagem falar com erros de português e de maneira muito simples.
Falar bonito, com belas palavras, pausadamente é algo agradável é claro, mas se usado para fins indignos o resultado dessa beleza se transforma rapidamente numa feiura horrenda e indesejável por todos.
São muitos os casos de Espíritos que tiveram vidas com esse belíssimo dom, mas usou de maneira infeliz e egoísta, trazendo prejuízo para muitos, gerando dívidas cármicas que deverão ser pagas em reencarnações posteriores; para os devidos reparos dos danos causados da má utilização desse dom.
Reencarnam sem o dom da palavra que tanto amavam para aprender a valorizar as conceções que a vida lhe proporcionou para benefício de todos.
A Arte de Silenciar
Não raro pessoas que "falam demais" de maneira inconveniente e sem pensar, causam mau estar e desconforto. No entanto ouvir quem se expressa muito bem e usam as palavras bem coordenadas, mas o conteúdo é de baixa moral é tão desagradável quanto ouvir quem fala demais de maneira descontrolada.
Silenciar nos confere maior serenidade, paz, concentração, foco e reequilíbrio.
O famoso dom da palavra
Mas não confunda pessoas que falam bem; com sabedoria. Muitos são "pseudo sábios", falam bonito; no entanto a mensagem transmitida não é elevada moralmente, nem digna.
Nas casas espirituais diversas como a Umbanda por exemplo muitos Espíritos Elevados com a "roupagem" de uma preto velho (a) transmite aos consulente através dos médiuns uma mensagem de cunho elevadíssimo, de uma moral elevada.
E não é raro esses Espíritos nessas roupagem falar com erros de português e de maneira muito simples.
Falar bonito, com belas palavras, pausadamente é algo agradável é claro, mas se usado para fins indignos o resultado dessa beleza se transforma rapidamente numa feiura horrenda e indesejável por todos.
São muitos os casos de Espíritos que tiveram vidas com esse belíssimo dom, mas usou de maneira infeliz e egoísta, trazendo prejuízo para muitos, gerando dívidas cármicas que deverão ser pagas em reencarnações posteriores; para os devidos reparos dos danos causados da má utilização desse dom.
Reencarnam sem o dom da palavra que tanto amavam para aprender a valorizar as conceções que a vida lhe proporcionou para benefício de todos.
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A Arte de Silenciar
Não raro pessoas que "falam demais" de maneira inconveniente e sem pensar, causam mau estar e desconforto. No entanto ouvir quem se expressa muito bem e usam as palavras bem coordenadas, mas o conteúdo é de baixa moral é tão desagradável quanto ouvir quem fala demais de maneira descontrolada.
Silenciar é atitude necessária e fundamental para o bem viver consigo mesmo, e em sociedade.
Silenciar significando cessar o barulho, a inquietação que promove a paz mental.
Muitas situações se resolvem de modo mais assertivo quando fazemos alguns segundos de silêncio, em vez de discutir, criticar ou agredir.
No silêncio é possível asserenar o ânimo, refletir com calma, observar os fatos e situações com lucidez e tomar decisões mais sábias.
Oração, meditação e respiração visam restabelecer o equilíbrio e manter a quietude da mente para ouvir a voz interior com clareza.
Se não houver silencio interior não é possível captar as instruções dos Espíritos Superiores, dos amigos espirituais, muito menos da Divindade.
O conceito e técnicas de meditação são muito variados, dependendo do entendimento pessoal, da crença e da cultura daquele que expressa suas ideias a este respeito. Não haverá autoconhecimento sem o exercício do silenciar.
Não existe regra, existe o que funciona pra você
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Silenciar é diferente de fazer silêncio
Fazemos silêncio quando nos calamos! Podemos fazer silêncio como forma de protesto, implicância, indiferença e até para não nos comprometer.
O silêncio autêntico, que na tradição budista é conhecido pelo Nobre Silêncio, é como uma fonte viva porque é um silêncio voluntário, desejado, positivo, construtivo e agradável que se opõe ao silêncio desagradável, opressivo, involuntário, custoso, negativo, árido, ressentido, constrangedor e castrador.
Sidarta Gautama (Buda) ensinou que tentar controlar os pensamentos à força causa mais agitação; em vez disso, você deve sentar-se à margem e observá-los até que a agitação assente e a clareza surja.
Observação passiva: Não lute contra seus pensamentos nem tente suprimi-los. Assim como a lama em um riacho agitado, a mente precisa de quietude para que a turbulência baixe naturalmente.
A arte do silêncio: No budismo o silêncio não é uma fuga, mas sim um estado voluntário de atenção plena e receptividade que combate o desgaste da mente acelerada.
Silenciar implica em abrir-nos para aprender com os outros e com as situações cotidianas simples ou complexas. Neste silenciar, o observar com atenção e o sentir se tornam mais importantes do que o julgar alguém ou alguma coisa.
Este estado íntimo de quietude e ausência de pressa, gera gratidão e nos transforma em pessoas mais generososas.
“O que precisamos, o que todos nós precisamos é do silêncio.
(…) Silêncio não tem de significar nada dizer.
A maior parte do ruído que ouvimos surge da constante tagarelice no interior da nossa cabeça”.
-Thich Nhat Hanh-
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Segue abaixo o vídeo com o Médium Jan Val Ellam que ensina métodos de RESPIRAÇÃO para silenciar a mente, os pensamentos, as emoções que resultará numa reconexão com a nossa Divindade Interior que é a Centelha Divina. Nela está tudo que precisamos.
Fonte: Cortes Jan Val Ellam [OFICIAL]
Namastê / Laroyê

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