Na linguagem iorubá, "Orun" e "Milá" se referem, respectivamente, ao "Universo antimaterial" e a "Morus", portanto, "Orunmilá" significa "Morus", do Universo antimaterial.
Ele foi a manifestação do Espírito Elm, que já havia produzido Morus, e o qual se fez Kvasir, em Yggdrasil, quando, com a ajuda de outros elfos (da estirpe Aesir e Vanir, e também alguns anões), codificou, alquimicamente, as "informações" na forma de genes.
Por "ciúmes", a Trimurti, no evento Ragnarok, tentou acabar com essa codificação ao destruir a civilização que havia em Marte, cuidada por Odin.
Então, Kvasir, que já havia reunido as "informações" das "setas de Morus" - que são as "cápsulas temporais" que somente poderiam ser acessadas por determinados seres "animados" pelo mesmo Espírito "que sustenta" Morus -, quando soube que o Ragnarok, estava por acontecer, "encapsulou" o seu "conhecimento alquímico", produzido por ele, com a colaboração dos Aesir e Vanir e de alguns elfos anões, e ia direcionar essas "setas" para Marte, pois achava que somente as lokas de "Yggdfrasil" seriam destruídas pela bomba atômica, mas ao perceber que aquele planeta também seria atingido, ele os redirecionou para a Terra, pouco antes de fenecer, em Asgard.
Isso se deu a 300 milhões de anos antes do presente. Bem antes do Ragnarok, Morus criou Orunmilá, um "duplo etéreo" de si mesmo, que se manifestou na condição demo-fenval, adaptado para viver na "Faixa de Realidade" de "Ilé Ifê", como um protótipo especial que deu origem, mais tarde, à estirpe das "feiticeiras" (seres híbridos demos, proto-humanos) e aos humanos - pode-se considerar que Orunmilá é uma nova expressão de Kvasir que reuniu, na genética dos humanos da Terra, o que foi destruído em "Yggdrasil" -, dentre outras espécies.
Acionado, em algumas épocas, pelo Espírito "que o anima" (Elm), Orunmilá foi cocriador, com Morus e Mohen So, da "Faixa de Realidade" chamada "Ilé Ifê".
Orunmilá e Mohen So constituem as principais expressões do "Projeto Talm".
Quando os humanos surgiram na Terra, Orunmilá resolveu atualizar a Wyrd, para que essa também contemplasse o "mapeamento do DNA humano.
Na mitologia Iorubá, então, a Wyrd passou a ser denominada "Ifá. Portanto, "Ifá" contém a atualização dos "restos genético" do Ragnarok, feita sob a égide do DNA humano.
A "Revelação de Ifá", que ficou registrada na cultura iorubá, foi trazida por Orunmilá, para o conhecimento humano.
Na "cidade astral" de "Ilé Ifê", Orunmilá abriu seu consultório para tratar os problemas de dor e de "fome" dos deuses e também criou o "Segundo Mercado"- o "Primeiro Mercado" já existia em Hiperbéreo, antes da destruição desse continente.
Com o "Segundo Mercado", Orunmilá conseguiu que seres não mais precisassem tomar algo dos outros, pois podiam trocar/negociar o que queriam.
Desse modo, pela primeira vez, seres extrafísicos "poderosos" reconheceram que os demais, mesmo sendo mais fracos, podiam produzir o que eles não conseguiam fazer - esse "Segundo Mercado" foi uma estratégia de Orunmilá e de seus colaboradores para tentar controlar a "genética predadora" dos demos.
Na atualidade Orunmilá não se encontra acionado.
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Ifismo (ou "Revelação de Ifá", ou "Doutrina dos Orixás, da mitologia Iorubá)
Havia dois objetivos principais na "Revelação de Ifá" - a qual ocorreu no âmbito do "Projeto Talm" -, sendo um ordem estratégica universal, visando organizar a Criação por meio de "fluxos de informações", e o outro disfarçado de um mero dos demos (habitante do universo antimaterial), elaborado de acordo com a frequência vibracional de cada um deles.
Essa condução do "fluxo de informações" significa "predispor os destinos possíveis dos seres", de modo que eles usem isso no sentido deles próprios conseguires modificá-los para melhor, de maneira a evitar os danos e os consequentes sofrimentos.
Assim as "informações pendentes" são ressignificadas, para que o estilo de vida nesta Criação "problemática" possa alcançar um padrão elevado de conduta.
Promovida por Orunmilá, a "Revelação de Ifá", jamais concluída, foi introduzida algumas vezes, pois já se mostrou, por exemplo, como uma atualização dos "Vedas"; ressurgiu após a vinda de Jesus, o que ficou registrado na cultura Iorubá; e foi representada para o conhecimento humano da atualidade, por meio de Cromwell Osamaro Ibie.
Orunmilá e os Imolés (que muito tempo depois, transformou-se em Orixás) criado por eles, compõem um hoste cujo "centro de comando" se encontra em "Ilé Ifê", em Orun, mas especificamente em uma região do Ginnungagap (zona de confluência com o Universo Material), onde ele também estabeleceu outras "cidades astrais" algumas vinculadas às suas correspondentes na Terra, ou seja, a cidades na região (em torno de Meca) do Oriente Médio, sendo que, mais tarde, isso veio para a África Ocidental (Nigéria e Benin).
Fonte: Palestra "A Revelação de Ifá e a Destinação dos Seres", realizada por Jan Val Ellam, em 29.11.2025
Sugestão de Livro: "Ifismo - A Obra Completa de Orunmilá" de 'Cromwell Osamaro Ibie', publicado em 2022 pela editora "Edições Oséètúrá".
Namastê / Laroyê