Após a ressurreição de Jesus, surgiram centenas de seitas cristãs. Isso difere e muito das denominações da atualidade, visto que as seitas divergiam quanto à estrutura oficial do cristianismo (católica ou protestante).
As diversidades "cristãs" modernas se diferenciam apenas em pontos de vista doutrinários, dentro de uma estrutura padronizada a muitos séculos.
O nome que os gnósticos davam ao deus do Antigo Testamento era Demiurgo, que, segundo a visão deles, não era o Pai que Jesus apresentou ao mundo quando esteve encarnado.
Literalmente, a palavra demiurgo significa "artesão público". A palavra grega que lhe deu origem foi originalmente usada para designar uma pessoa, como um artesão, que tinha uma habilidade especial e desempenhava uma função especial na sociedade.
Demiurgo e a Bíblia
A natureza do Demiurgo gnóstico tornou-se ainda mais evidente quando ele foi identificado com o Jeová, o deus dos judeus ou do Antigo Testamento, colocado em oposição à mensagem de Jesus Cristo que consta do Novo Testamento.
O conceito de Demiurgo não existe explicitamente na Bíblia, sendo uma figura do gnosticismo (século II d.C.) que reinterpreta o deus do Antigo Testamento.
O nome que os gnósticos davam ao deus do Antigo Testamento era Demiurgo, que, segundo a visão deles, não era o Pai que Jesus apresentou ao mundo quando esteve encarnado.
O mito da criação do Universo também é diferente, de acordo com a perspectiva gnóstica.
"Existia uma deusa chamada Sofia, que tinha um filho, uma divindade, que então se tornou o arrogante deus do Antigo Testamento, que é Javé (YHWH) que disputava com os outros deuses o controle da humanidade".
Literalmente, a palavra demiurgo significa "artesão público". A palavra grega que lhe deu origem foi originalmente usada para designar uma pessoa, como um artesão, que tinha uma habilidade especial e desempenhava uma função especial na sociedade.
Com o tempo, o termo passou a se referir a uma espécie de divindade; em algumas filosofias e religiões, o Demiurgo é um deus subordinado que esteve envolvido na criação do universo. O Demiurgo é visto como o grande artífice ou o arquiteto do nosso Universo.
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Demiurgo e a Bíblia
A natureza do Demiurgo gnóstico tornou-se ainda mais evidente quando ele foi identificado com o Jeová, o deus dos judeus ou do Antigo Testamento, colocado em oposição à mensagem de Jesus Cristo que consta do Novo Testamento.
O conceito de Demiurgo não existe explicitamente na Bíblia, sendo uma figura do gnosticismo (século II d.C.) que reinterpreta o deus do Antigo Testamento.
Gnósticos viam o Demiurgo como um criador arrogante (Yaldabaoth) responsável pelo mundo material. O fato é que existe uma diferença muito grande e clara entre o deus vingativo do Antigo Testamento e o Deus de amor que Jesus proclamou no Novo Testamento.
Mas a religião cristã oficial preferiu "ignorar" as atitudes nefastas do deus Jeová narradas com requintes de crueldade nas página do Velho Testamento da Bíblia.
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Apócrifo de João
O Apócrifo de João (ou Livro Secreto de João) é um texto fundamental do gnosticismo setiano do século II, que narra uma revelação secreta de Jesus ao apóstolo João sobre a origem divina, a queda no mundo material e a salvação pela Gnose (conhecimento espiritual).
Principais Elementos Gnósticos no Apócrifo de João
A Mônada e o Pleroma: O texto descreve o espírito invisível e inefável (Mônada) e o Pleroma (perfeição plena), um reino de éons espirituais.
Barbelo: A primeira emanação do espírito invisível, frequentemente descrita como o "primeiro pensamento" e a mãe divina.
Demiurgo (Yaldabaoth): O deus do Antigo Testamento, Yaldabaoth é retratado como um governante arrogante, que cria o mundo material imperfeito como uma cópia do espiritual.
Gnose (Conhecimento): A salvação ocorre através do conhecimento (Gnose) da verdadeira natureza divina do indivíduo, libertando a alma da prisão material.
O Cristo Redentor: Jesus aparece como um emissário da Luz, trazendo o conhecimento necessário para o despertar espiritual e o retorno da alma ao Pleroma.
O documento, encontrado em versões coptas em Nag Hammadi e no Códice de Berlim, é crucial para o estudo da cosmologia gnóstica, que se contrapõe à visão ortodoxa cristã, destacando um dualismo entre o espírito (bom) e a matéria (má/prisão).
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Visão Espírita
A Doutrina Espírita não trouxe tudo, no entanto através de Allan Kardec os Espíritos da Codificação do Espiritismo trouxeram um conhecimento que a humanidade até então não tinha acesso de uma maneira tão clara e direta.
Segundo o espiritismo Deus é a Inteligência Suprema e causa primária de todas as coisas. O problema não é a matéria, mas o Espírito imperfeito que dirige o "carro físico". A matéria é neutra!
No Espiritismo, Deus é o criador tanto do princípio espiritual quanto do princípio material (a matéria original), que deriva do Fluído Cósmico.
Origem do Mal: No gnosticismo, o demiurgo é responsável pela imperfeição do mundo. No Espiritismo, o mal não é criado por um "falso deus", mas surge do livre-arbítrio dos espíritos em seu processo de evolução, sendo uma consequência da sua inferioridade moral, e não uma falha de criação de Deus.
Embora o Demiurgo seja uma figura de estudo filosófico e teológico (especialmente gnóstico) que molda a matéria, ele não se equipara ao conceito espírita de Deus, que é a inteligência suprema, criadora absoluta e soberanamente justa e boa.
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Livro de Urântia
O Livro de Urântia traz um conhecimento avançado de espiritualidade. O livro menciona deuses criadores, sim Espíritos que criam vida, criam planetas, galáxias e até mesmo um universo inteiro.
O Livro de Urântia menciona a existência de 7 Super Universos e cada um deles criado por Filhos Criadores ou deuses.
Na realidade são todos co-criadores pois Deus é a causa primária de todas as coisas, a realidade última.
Havona é o Paraíso, morada do Pai Universal, o Deus de amor. Havona é o arquétipo da perfeição, Havona sempre existiu.
Perfeição absoluta só o Pai Universal. Isso significa que existe escalas de perfeição. Isso nos dá a ideia que os Filhos Criadores ou Arquitetos Siderais não são "perfeitos absolutos".
O DNA doente de Javé foi transferido para sua criação. Então jogar a culpa toda na imperfeição moral dos homens não parece totalmente verdade.
É evidente que o livre arbítrio dá o homem o poder de escolher entre o bem ou o mal, no entanto, nem toda inclinação má dos homens é da natureza humana, mas herança, um desejo ruim que está impresso no DNA, que foi herdado de Javé; o Demiurgo.
O Apostolo Paulo disse: "O bem que eu quero fazer, não faço; mas o mal que não quero, esse sim eu faço"; Romanos 7:19. Paulo descreve um conflito interno profundo entre a vontade de fazer o bem e a inclinação "natural" para praticar o mal.
Se já nascemos com o código do mal em nosso DNA, a queda de muitos no precipício da maldade é compreensível.
A boa notícia é que podemos lutar contra essa natureza má, e imprimir em nosso DNA, em nossas células astrais, em nossos fótons, em todos os nossos átomos, aí sim através do livre arbítrio, o AMOR DO PAI UNIVERSAL.
E assim modificar para sempre nosso "DNA Cósmico", se Unificando com a Fonte Criadora, e sermos Luz e bonevolentes por toda a eternidade, e nunca mais praticarmos o mal.
Resumo
O conhecimento cósmico foi trazido aos poucos através de muitos, mas lá traz o homem já conseguia perceber, sentir que algo estava bem estranho, que a maldade do homem não era 100% sua responsabilidade, mas o homem praticava e ainda pratica atrocidades por influencia de entidades que estão na Terra nas dimensões invisíveis.
Obviamente que essas entidades como Javé, Dragões, Magos Negros, Arcontes e etc só podem influenciar nossas mentes se houver sintonia.
Temos o poder nas mãos, nosso destino eterno foi colocado em nossas mãos. É só dizer SIM para o bem, e NÃO para o mal.
ELEVA A FREQUENCIA!!!
Namastê / Laroyê

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