São outras leis que regem o mundo espiritual. Após o fenômeno da desencarnação o que sobrevive é o Corpo Astral.
Nos Hospitais do Astral e nas Colônias Espirituais, "alimentos" são fornecidos aos enfermos a fim de se revigorarem.
Se Alimentando de Cadáveres
Na obra "O consolador", perguntou-se ao Espírito Emmanuel:
É um erro alimentar-se o homem com a carne dos irracionais?
E ele redarguiu: A ingestão das vísceras dos animais é um erro de enormes consequências, do qual derivaram numerosos vícios da nutrição humana.
Em outra obra, do mesmo autor espiritual, ele descreve a condição ontológica do terráqueo como um ser que ainda se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios da fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
Se o Espírito é materializado em excesso, se identificou completamente com o corpo animal, desconsiderando sua realidade espiritual, sua condição na erraticidade é complicada.
Muitos quando desencarnam ainda acreditam que estão "vivos", pois para estes a vida espiritual não existe.
Muitos irmãos ficam até mesmo agarrados no corpo, revoltando-se com a morte prematura no auge da beleza, e de sonhos da juventude rompidos repentinamente.
E o apego é tanto, pela carcaça, que sentem todo o processo de decomposição com os vermes comendo sua carne, e sentem o cheiro da podridão da carne em putrefação.
Isso vale pra tudo, não só comida: Sexo, álcool, poder, fama, beleza, dinheiro, drogas e toda sorte de paixões inferiores da podridão da carne.
Isso ocorre pela total falta do cultivo de ideias nobres, de valores e virtudes do Espírito que não morrem com o corpo, mas são imorredouros.
Esses irmãos não se espiritualizaram em sua passagem pela matéria, não cultivaram nenhuma virtude moral, alguns acreditando realmente que a morte é vazio, o nada.
No entanto, a vida continua! O corpo é ilusão!
Na Revista espírita de 1.860 a questão sobre alimentação dos Espíritos, temos o caso de “Baltazar, o gastrônomo”.
Kardec evocou um Espírito, o Baltazar, que fora na Terra muito preso à alimentação, era um glutão, alguém que gostava demais de comer, gostava da mesa farta.
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Na Revista espírita de 1.860 a questão sobre alimentação dos Espíritos, temos o caso de “Baltazar, o gastrônomo”.
Kardec evocou um Espírito, o Baltazar, que fora na Terra muito preso à alimentação, era um glutão, alguém que gostava demais de comer, gostava da mesa farta.
Baltazar tinha esse intenso desejo; que o mantinha prisioneiro. E Kardec o evocou para conversar.
Quando Baltazar se manifestou, a sua primeira pergunta foi: “Cadê a mesa farta?” Não a encontrando, se decepcionou.
A seguir, Kardec foi obtendo informações que iriam esclarecer a questão da alimentação de Espíritos desencarnados.
Quando Baltazar se manifestou, a sua primeira pergunta foi: “Cadê a mesa farta?” Não a encontrando, se decepcionou.
A seguir, Kardec foi obtendo informações que iriam esclarecer a questão da alimentação de Espíritos desencarnados.
(...) Perguntou se ele tinha de fato necessidade de alimentar-se. Baltazar responde que não tinha necessidade de se alimentar, mas tinha o desejo de alimentar-se.
Aí estava a causa de seu grande sofrimento: manter o desejo de alimentar-se, fruto dos excessos que cultivou quando vivera na Terra, e que no mundo espiritual não podia ser realizado.
👉Obs.: Na erraticidade os desejos são potencializados pelos menos 100x. Você colhe aquilo que plantou!
Baltazar é um forte candidato a ser tornar um vampirizador. Os famosos encostos, espíritos com desejos inferiores intensos, que se aproximam de encarnados para sugar a energia etérica.
Ele tinha o desejo de alimentar-se porque conservava uma paixão exagerada, desequilibrada, que tivera quando encarnado; mas esse desejo não podia ser realizado, então sofria.
O Espírito pode se apresentar com olhos, nariz, ouvidos, mas ele não enxerga pelos olhos, não sente o dor pelo nariz, e não ouve pelos ouvidos.
Kardec fala sobre isso: “… é que o cérebro guardou da dor a impressão. Lícito, portanto, será admitir-se que coisa análoga ocorra nos sofrimentos do Espírito após a morte”. Questão 257 de "O Livro dos Espíritos"
Nesse contexto, a mente desempenha o papel principal: tudo é mental, portanto permanecemos com os condicionamentos desenvolvidos na vida e, durante um bom tempo, podemos conservar a necessidade de alimentação após a morte.
Ele tinha o desejo de alimentar-se porque conservava uma paixão exagerada, desequilibrada, que tivera quando encarnado; mas esse desejo não podia ser realizado, então sofria.
O Espírito pode se apresentar com olhos, nariz, ouvidos, mas ele não enxerga pelos olhos, não sente o dor pelo nariz, e não ouve pelos ouvidos.
Kardec fala sobre isso: “… é que o cérebro guardou da dor a impressão. Lícito, portanto, será admitir-se que coisa análoga ocorra nos sofrimentos do Espírito após a morte”. Questão 257 de "O Livro dos Espíritos"
Nesse contexto, a mente desempenha o papel principal: tudo é mental, portanto permanecemos com os condicionamentos desenvolvidos na vida e, durante um bom tempo, podemos conservar a necessidade de alimentação após a morte.
Não é a mente humana (o cérebro), mas a mente do Espírito.
Novamente Kardec: “Vimos que seu sofrer (do Espírito) resulta dos laços que ainda o prendem à matéria; que quanto mais livre estiver da influência desta, ou, por outra, quanto mais desmaterializado se achar, menos dolorosas sensações experimentará.
Novamente Kardec: “Vimos que seu sofrer (do Espírito) resulta dos laços que ainda o prendem à matéria; que quanto mais livre estiver da influência desta, ou, por outra, quanto mais desmaterializado se achar, menos dolorosas sensações experimentará.
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Nos Hospitais do Astral e nas Colônias Espirituais, "alimentos" são fornecidos aos enfermos a fim de se revigorarem.
Nos 'centros de reeducação' para onde são conduzidos os Espíritos recém-chegados do Umbral por exemplo, faz parte do tratamento a ingestão de alimentos semelhantes aos terrenos, porém menos densos, e jamais alimentação carnívora.
O Espírito André Luiz declara na obra "Nosso Lar" que, recém-chegado à erraticidade, recebeu igual tratamento: “A essa altura, serviram-me caldo reconfortante, seguido de água muito fresca, que me pareceu portadora de fluidos divinos.
O Espírito André Luiz declara na obra "Nosso Lar" que, recém-chegado à erraticidade, recebeu igual tratamento: “A essa altura, serviram-me caldo reconfortante, seguido de água muito fresca, que me pareceu portadora de fluidos divinos.
Aquela reduzida porção de líquido reanimava-me inesperadamente. Não saberia dizer que espécie de sopa era aquela; se alimentação sedativa, se remédio salutar.
Entretanto, segundo colocações de André Luiz, não só os convalescentes têm necessidade de alimentos. Os trabalhadores das Colônias recebem, regularmente, a sua cota de provisões.”
Lembrando que a Colônia Nosso Lar é muito próxima ao Umbral, ou seja, próxima da crosta. Obviamente em esferas mais sutis a alimentação é toda de prana.
Então, aos poucos o Espírito vai deixando de se alimentar, à medida que vai aprendendo a conseguir energia de outras fontes. O Espírito passa a absorver energia do próprio universo e, assim, ele não precisa nem dormir.
A comida no mundo espiritual, obviamente, é diferente. Não é material e serve principalmente para tratamento de espíritos enfermos.
Então, aos poucos o Espírito vai deixando de se alimentar, à medida que vai aprendendo a conseguir energia de outras fontes. O Espírito passa a absorver energia do próprio universo e, assim, ele não precisa nem dormir.
A comida no mundo espiritual, obviamente, é diferente. Não é material e serve principalmente para tratamento de espíritos enfermos.
Livros como "Nosso Lar" e outras obras já falaram sobre essas situações; em ambos, é sempre relatado um caldo, onde cada um sentia o sabor que mais lhe agradava.
Mas o alimento que sempre está presente é a água. A água é o melhor condutor de energias.
Mas o alimento que sempre está presente é a água. A água é o melhor condutor de energias.
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Se Alimentando de Cadáveres
Na obra "O consolador", perguntou-se ao Espírito Emmanuel:
É um erro alimentar-se o homem com a carne dos irracionais?
E ele redarguiu: A ingestão das vísceras dos animais é um erro de enormes consequências, do qual derivaram numerosos vícios da nutrição humana.
É de lastimar semelhante situação, mesmo porque, se o estado de materialidade da criatura exige a cooperação de determinadas vitaminas, esses valores nutritivos podem ser encontrados nos produtos de origem vegetal, sem a necessidade absoluta dos matadouros e frigoríficos.
Temos de considerar, porém, a máquina econômica do interesse e da harmonia coletiva, na qual tantos operários fabricam o seu pão cotidiano.
Suas peças não podem ser destruídas de um dia para o outro, sem perigos graves.
Consolemo-nos com a visão do porvir, sendo justo trabalharmos, dedicadamente, pelo advento de tempos novos em que os homens terrestres poderão dispensar da alimentação os despojos sangrentos de seus irmãos inferiores.
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Em outra obra, do mesmo autor espiritual, ele descreve a condição ontológica do terráqueo como um ser que ainda se reconforta com as vísceras dos seus irmãos inferiores, como nas eras pré-históricas de sua existência, marcham uns contra os outros ao som de hinos guerreiros, desconhecendo os mais comezinhos princípios da fraternidade e pouco realizando em favor da extinção do egoísmo, da vaidade, do seu infeliz orgulho.
Namastê / Laroyê

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