O episódio entrou para a história como "Noite de São Bartolomeu", porque foi iniciado nas primeiras horas da madrugada do dia 24, data em que católicos celebram o santo.
A grande matança, que segundo relatos da época tingiu de sangue até mesmo as águas do Rio Sena, foi uma tentativa da maioria católica de exterminar a minoria protestante — no caso, os "huguenotes", seguidores da linha protestante do teólogo francês Jean Calvino (1509-1564).
A grande matança, que segundo relatos da época tingiu de sangue até mesmo as águas do Rio Sena, foi uma tentativa da maioria católica de exterminar a minoria protestante — no caso, os "huguenotes", seguidores da linha protestante do teólogo francês Jean Calvino (1509-1564).
No contexto, vale ressaltar que a França vivia as chamadas guerras religiosas, com oito episódios confrontando católicos e reformadores entre 1560 e o fim do século 16.
Se o trono francês era ocupado por uma família católica — a Casa de Valouis, que reinou entre 1328 e 1589 —, o calvinismo avançava sobretudo nas regiões sul e oeste, tendo muitos nobres entre seus adeptos. Fonte: BBC Brasil
Carma Coletivo (Católicos e Protestantes)
Se o trono francês era ocupado por uma família católica — a Casa de Valouis, que reinou entre 1328 e 1589 —, o calvinismo avançava sobretudo nas regiões sul e oeste, tendo muitos nobres entre seus adeptos. Fonte: BBC Brasil
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Carma Coletivo (Católicos e Protestantes)
Muitos dos envolvidos naquele drama de 1572, tanto as vítimas quanto os algozes, já haviam se encontrado em existências anteriores.
As pesquisas históricas e os relatos de espíritos através da psicografia (como nas obras psicografadas por Chico Xavier e Yvonne do Amaral Pereira) sugerem que uma grande parcela daquelas almas fizera parte das legiões romanas que, nos primeiros séculos do Cristianismo, perseguiram, torturaram e lançaram os cristãos primitivos às feras nas arenas do Coliseu.
A afinidade de débitos do passado reuniram aqueles mesmos Espíritos no solo francês. A dor da perda e do sacrifício funcionou como um mecanismo de purgação e reequilíbrio perante a Lei Divina.
A afinidade de débitos do passado reuniram aqueles mesmos Espíritos no solo francês. A dor da perda e do sacrifício funcionou como um mecanismo de purgação e reequilíbrio perante a Lei Divina.
Algozes e Vítimas do Passado
O que houve foi a alternância de papéis.
As Vítimas (Huguenotes): Muitos daqueles que tombaram de forma indefesa em Paris haviam sido, em vidas passadas, orgulhosos imperadores, magistrados ou soldados romanos que abusaram do poder temporal e tripudiaram sobre a fraqueza alheia.
O que houve foi a alternância de papéis.
As Vítimas (Huguenotes): Muitos daqueles que tombaram de forma indefesa em Paris haviam sido, em vidas passadas, orgulhosos imperadores, magistrados ou soldados romanos que abusaram do poder temporal e tripudiaram sobre a fraqueza alheia.
Na Noite de São Bartolomeu, ao experimentarem o abandono, a perseguição e a morte violenta, suas almas escoaram o orgulho e compreenderam o valor da dor, acelerando seu processo de regeneração.
Os Algozes (Católicos Extremistas): Ao cederem ao ódio e à violência cega, os perseguidores de 1572 contraíram novos e pesados débitos.
Os Algozes (Católicos Extremistas): Ao cederem ao ódio e à violência cega, os perseguidores de 1572 contraíram novos e pesados débitos.
Movidos pelo fanatismo religioso, criaram para si mesmos séculos de expiação e remorso no plano espiritual.
Muitos deles reencarnaram posteriormente em condições de extrema pobreza, em corpos mutilados ou enfrentando perseguições semelhantes nos séculos seguintes (como durante o Terror da Revolução Francesa em 1789).
👉 Celebrara-se um matrimônio real, na tentativa de encerrar um terrível decênio de lutas religiosas entre católicos e protestantes.
"Quem mata com a espada, pela espada será morto" (Mateus, 26:52). Fonte: Instituto Chico Xavier
👉 Celebrara-se um matrimônio real, na tentativa de encerrar um terrível decênio de lutas religiosas entre católicos e protestantes.
"Quem mata com a espada, pela espada será morto" (Mateus, 26:52). Fonte: Instituto Chico Xavier
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Dona Esmeralda Bittencourt, residente na cidade do Rio de Janeiro, perdera quatro filhos em uma tragédia.
Através de uma carta, Chico tenta explicar uma das possíveis causas daquele sofrimento.
É Ranieri quem comenta o fato, registrando comentários sobre o ocorrido em seu livro “Recordações de Chico Xavier”.
Diz Ranieri:
“... Ele (Chico) contava que certa ocasião se viu desprendido do corpo surgindo nas pedras das ruas de Paris.
Diz Ranieri:
“... Ele (Chico) contava que certa ocasião se viu desprendido do corpo surgindo nas pedras das ruas de Paris.
Sentiu que saía das próprias pedras e se tornava uma menina de 9 anos.
Viu-se caminhando pela rua, entrando pelas portas de um palácio, subindo uma escada, e, chegando a um salão.
Ali, viu 'Catarina de Médici', o 'Duque de Guise', a 'Duquesa de Nemour' e outra pessoa, que era filha ou filho de Catarina de Médici.
Eles discutiam o massacre a ser desencadeado na noite de São Bartolomeu.
Catarina vacilava, mas a Duquesa de Nemour insistia com ela para que desse a ordem do massacre.
Sob a influência e coação da duquesa, Catarina, de repente, embora contrariada, indecisa, deu a ordem e o massacre se realizou com a morte de mais de 10.000 protestantes.
A criança assistiu à cena e Chico Xavier, que fora essa criança, revelara a dona Esmeralda que ela, fora a duquesa de Nemour, que colaborara decisivamente para que o massacre ocorresse.”
Fonte: O Consolador
Segue o vídeo com reflexões de Divaldo Franco.

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